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segunda-feira, 5 de julho de 2010

"velhos amigos"...

Olá...minha coleção nunca foi tão extensa...mais foi recheada de scratch´s que tempos de vacas magras me forçaram a desfazer-se...'encaminhar para adoção'.
De tempos mágicos e de gratificantes celebrações na extinta 'model point' (que viria a tornar-se HTC...de alma vendida, sucumbiu todo o carisma. Uma fase romantica e pitoresca do modelismo paulistano, com encontros sabaticos, concursos mensais...e toda uma aurea estirenica(rs) que envolvia de forma carismatica a amizade dos frequentadores.
Na primeira foto abaixo, alguns dos copersucars que fiz, TOTALMENTE em plástico.
O F6 press presentation e o Skol obtiveram premiações nas convenções do GPPSD. O Skol foi premiado em duas instancias nos concursos patrocinados pela Moldel Point, "F1/Monoposto Competição" e "melhores do ano", que reunia todos os vencedores do ano em uma ultima premiação.


Outro modelo premiado no GPPSD, uma Benetton 'feita' a partir de uma Tyrrell-Honda Braun.
Com diversas modificações, de carroceira e mecanica (em uma fase difícil de encontrar referencias abaixo do capô, do que foi de grande valia o calendário tamiya).Partes do aerofolio dianteiro, asa traseira, paineis laterais, tomada de ar e capo do motor, foram algumas das alterações da carroceria. Claro, o Motor V10 deu lugar ao V8 Ford.
Mais uma peça feita totalmente em plastico.


Esse Lotus 72, representando o modelo usado por Emerson em 1972, é outra peça totalmente em plástico. O segundo modelo que construí em scratch. O mais dificil para esse modelo foi o grafismo. Eu não possuia tanta habilidade com mascaras, e tão pouco as tintas é a que possuimos hoje. O duco era largamente usado...e custou-me a 'descobrir' (ja que não entregavam o ouro) que para não descascar ao retirar-se a mascara era preciso que a base sobre o estireno fosse acrílica (hoje o acrílico deu lugar ao poliester).
Não havia decais JPS...a loja paraiso já estava em processo de extinção. Minhas 2 folhas de decais de autorama, da lotus do senna, estavam em frangalhos, cheguei a usar...mais não aderiam...
Não encontrava-se acessórios (dos que haviam) nas lojas, como amolecedor de decais..e quando encontrava-se, era um absurdo o preço...ficando com a 'nata' dos modelistas.
Haviam modelos que de 'maquiagem' pagavam uns 4 ou 5 kits originais.
Qual foi minha solução para os grafismos JPS?

Ainda existiam os cigarros da marca. Melhor, as embalagens tinham um filme de celofane, ou seja, havia a impressão e depois uma cobertura plastificada.
A 'engenhosidade' consistiu em retirar o filme da embalagem. Esse finissimo celofane trazia
junto a impressão, na verdade uma infima capa do papel impresso. Juntos eram mais fino do que um pedaço de durex. Cortado no limite das bordas, apliquei com cola branca no modelo. De tão fino, praticamente era imperceptivel tratar-se de uma colagem. Pouco depois, o fabricante mudou a embalagem para papel fosco, sem filme...o que impossibilitou aplicação similar.


Que pena que não guardei mais embalagens....ainda possuo duas, com 3 cigarros, ofertada de brinde na porta do autodromo, com a estampa do senna na lotus...mas...essa eu não desmonto.rs...



2 comentários:

  1. Caraca, que legal Julio. Parabéns pelas Coopersucar e os outros também. Retirar o logo JPS da embalagem merece um making 0f, imagino a trabalheira.

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  2. Rapaz, tu é um artista/artesão de mão cheia. Não conhecia o teu trabalho, já está favoritado.

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