Trouxe aqui, mais algumas fotos do M19 que está em curso e também o BRM
É importante salientar, que todos os projetos da alfa visam reproduzir até onde é possível a reprodução na escala e também acesso a informação de referencia, visto que passados 40 anos, nem sempre tem-se a disposição material de referencia substancial. Muitas vezes é preciso recriar o projeto de fora para dentro para chegar-se ao desenho interno do modelo. As peças que compõem a carroceria, ou seja, bico, 'castelo do cockpit', tomada de ar e outros, são desmontaveis, se assim desejarem. Porém esse 'corte' segue exatamente o modelo original, ou seja, ou não há acesso ou se há, é exatamente como no carro real.

Utilizei uma técnica no interior para parecer duro alumínio polido. Não é alclad.

Preciso providenciar logo imagens da suspensão dianteira montada. É interessantíssima a geometria utilizada.

BRM que correu o GP Brasil de 1972 extra-campeonato.



Esse interior está sofrido em acabamento devido a repinturas que teve.

Ainda é preciso colar a mesa dos injetores e as cornetas, que por ter uma cilindrada menor em cada cilindro, requer cornetas menores das usualmente usada nos Cosworth.

Note: Essa é a bomba central de agua. O BRM posterior ao P153 passou a ter os dutos de agua passando por dentro do monocoque, ao contrário do comumente usado pelos outros construtores, que possuiam dutos externos de saida para o radiador (frontal) e retorno ao motor.
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É importante salientar, que todos os projetos da alfa visam reproduzir até onde é possível a reprodução na escala e também acesso a informação de referencia, visto que passados 40 anos, nem sempre tem-se a disposição material de referencia substancial. Muitas vezes é preciso recriar o projeto de fora para dentro para chegar-se ao desenho interno do modelo. As peças que compõem a carroceria, ou seja, bico, 'castelo do cockpit', tomada de ar e outros, são desmontaveis, se assim desejarem. Porém esse 'corte' segue exatamente o modelo original, ou seja, ou não há acesso ou se há, é exatamente como no carro real.

Utilizei uma técnica no interior para parecer duro alumínio polido. Não é alclad.

Preciso providenciar logo imagens da suspensão dianteira montada. É interessantíssima a geometria utilizada.

BRM que correu o GP Brasil de 1972 extra-campeonato.


O motor foi desenvolvido a partir de fotos do motor da BRM, que irei publicar aqui no blog na aba PROJETOS.

Esse interior está sofrido em acabamento devido a repinturas que teve.

Ainda é preciso colar a mesa dos injetores e as cornetas, que por ter uma cilindrada menor em cada cilindro, requer cornetas menores das usualmente usada nos Cosworth.

Note: Essa é a bomba central de agua. O BRM posterior ao P153 passou a ter os dutos de agua passando por dentro do monocoque, ao contrário do comumente usado pelos outros construtores, que possuiam dutos externos de saida para o radiador (frontal) e retorno ao motor.
Nesse motor, a configuração da central injetora de combustível (Nos Cosworth DFV fica abaixo da bobina e entre os dutos de admissão, também entre as cornetas)e distribuidor possuem um posicionamento e fixação igualmente incomum (ficam na vertical próximo ao santo antónio), como muita coisa no BRM (o motor era preso ao monocoque por montantes inferiores, assim, em fotos, não é visível o motor preso ao monocoque, salvo o suporte do santo antonio, que apoiava-se sobre esse. A vibração do motor por várias vezes provocou a ruptura do santo antónio.
