REVISTA

em sábado, 26 de março de 2011

Luis Pereira Bueno, Piquet e Mavecos... fotos nas matérias.

Enquanto as minis 1:64 dos mavecos e Cia. vão sendo produzidas, uma postagem de 'lazer'.

Assim hoje uma postagem 'tipo REVISTA'! Um 'Fanzine', com três matérias.
Vamos a primeira das três 'matérias':

#PIQUET NO REBOLIÇO

Divisão 1, 1976. Em fotos publicadas na revista AutoEsporte de maio de 1976 podemos ver Nelson Piquet, que viria a sagrar-se tri-campeão mundial de formula 1, pilotando um maverick na extinta categoria 'Divisão 1' de automoveis de turismo.
Por exigência do regulamento os pilotos corriam em duplas. Piquet formava dupla com Guaraciaba, este que, viria a fazer dupla com Luis Estevão no ano seguinte.
Ainda que farto, em relação a hoje, as revistas não regava seus leitores com vastas imagens e quase sempre eram os memos 'carros' a ilustrar as boas reportagens. Essas sim, sempre com uma cobertura que nos colocava dentro do evento. Claro que hoje, passados tantos anos, e com o advento da web, blogs entre outros, muito mais informação tem emergido ao que dispunha-mos na época. Mas com certeza, à aqueles que como eu cresceram devorando 'aquelas' paginas, sempre a espreita na banca de jornal pelo anseio de um novo numero, mais informação e mais imagens de nossos ídolos, aquelas revistas e suas paginas eram o tesouro de uma juventude de entusiastas por automobilismo. Do ano de 1976 me carecem alguns exemplares da revista AE, mas não creio que existam outras fotos que registrem Piquet em outros numeros da mesma publicação, pois do contrário creio que estariam escaneadas em algum site da web.
Os buscadores de imagens e os sites de informação são hoje praticos provedores do conhecimento histórico mas, abrir um autentico exemplar impresso de época e discorrer o olhar pelo texto que nos faz acelerar junto é saudosamente insubstituível.

Abaixo, Piquet e seu Maverick 'Crush'. Crush-marca de refrigerante sabor laranja.

Nelson Piquet - entre outros, campeão brasileiro de formula super-V; Campeão ingles de formula 3 (BP); tri-campeão mundial de formula-1;campeão do procar(preliminar de formula 1 com automóveis BMW M1 e pilotos convidados como Lauda, Laffite, Regazzoni...);Vencedor das Mil Milhas em dupla com o filho (com Aston Martin).

Nota: Em breve mini 1:64 deste maveco para homenagear um dos nossos grandes pilotos e figura ímpar do nosso automobilismo esportivo, nacional e internacional.


# DECAIS DOS MAVECOS

Essa semana ficaram prontas as decais a serem usadas nas minis dos mavecos 1:64. Foram dias de pesquisa em publicações de época. Seguiram-se mais de 35 horas de desenho e finalmente... nas mãos. Analogamente, com ressalva para as proporções, como uma mãe que gestou por 9 meses e agora o bebe repousa em seus braços (em meu caso, nas mãos!).
O anseio por recortar e aplicar é imediato. A qualidade tecnológica de hoje permitiram a impressão em um tamanho tão ínfimo que é preciso quase uma lupa para ler algumas inscríções fiéis a escala e ao original, tal como o nome dos pilotos que vão a porta à linha do friso de acabamento da área de vidro. Coisa entre 3 mm x 0,4mm!
Para evitar uma clonagem diretamente aqui do blog a foto que exibe as decais são propositadamente distorcidas e de baixa qualidade.
Na primeira imagem é possível observar vários conjuntos amarelos que vem a ser as 7 opções de lay-out da equipe Greco, retratando corridas distintas, vencidas entre outros, por José Carlos Pace (Môco). Ao canto direito na primeira imagem, decais para o Hollywood Berta.
Em close, na foto 2.
Assim que houverem minis finalizadas serão fotografadas e publicadas aqui no blog.




#HOMENAGEM A LUIS PEREIRA BUENO

Meu ex-sõcio e agora 'apenas' amigo descobriu recentemente os 'prazeres' do autorama réplica, representado em várias marcas fabricantes desses carrinhos.
Tal como em outras temáticas, os entusiastas que aventuram-se por essas pradas não contentam-se com um modelo apenas. O triste é que não há como conjugar perfomance e cuidado de colecionador com essas maravilhas miúdas.
Nesse refazer da frota um Aston Martin 'sobrava' na caixa. Esse havia sido o primeiro carro do meu amigo e um largo sentimento aureava o mesmo. Como o cetro de uma dinastia tal viatura foi passada para minhas mãos com um certificado verbal que me garantia o direito de refazer sua pintura, em que, eu, fã de Nelson Piquet iria reproduzir as cores do carro da vitória nas mil milhas brasileiras.
Começou-se a tentativa de retirada da camada desgastada e ferida da pintura original.
Em vão. Mas...antes de tentar o alcool... resolvi partir para algo mais 'hard': removedor de tinta automotiva.
Claro... 'experiente' e 'sabido' como eu sou, prossegui a um teste em um pequeno espaço do carro.
Pincelei o tal removedor e aguardei. Tinta empipocou... Yes! um grito de 'vitória' se apossou. Agora vamos prosseguir ao resto do carro. Diz o ditado que a pressa é inimiga da perfeição e que apressado come crú... no meu caso, nem comi!
Mergulhei a carroceria dentro da lata. Primeiro a traseira, ainda que já tivesse 'melado' a parte dianteira. Segundo a lei de Murphy, se algo pode dar errado, com certeza dará. Soa a campainha...era meu amigo, o mesmo do Aston Martin. Deixara o carro aberto e não ia entrar em casa...e ficamos a trocar conversas ali ao portão. Implacável... o ponteiro do relógio avançou...e lá ficou meu Aston...nas 'profundezas predadoras' desse poderoso solvente.
Fim da conversa...entro, sigo diretamente para a lata...puxo a carroceria para enfim lavar e retirar o que deveria sobrar daquilo que outrora era uma pintura.
Silêncio. Foi assim por alguns minutos eternos... segui-se uma vontade de berrar e os santos se afastaram de mim naquele momento. Se eu fosse o Superman teria feito como ele no primeiro filme e teria voado ao redor da Terra até que ela rotacionasse ao contrário e voltasse o tempo, eu tiraria o meu Aston de dentro da lata antes de seu quase ultimo suspiro.
De volta a realidade... uma equipe de resgate inteira encarnou em mim. Lava...esfrega...o plastico continuando a derreter (balão de oxigênio....injeta na veia....disfibrilador).
Só restou-me colocar a descanso aquela carcaça de plástico que agonizava a antiga existência.
Dias se passaram e eu com profundo pesar por ter praticamente colocado a cabo algo que possuíra valor sentimental para o meu amigo e que com apreço fora me doado.
A solução parecia comprar um outro Aston...talvez usado e 'implantar' no, agora meu, chassi.
Enquanto meu 'grande' amigo, vendo a minha agonia fazia planos de presentear-me com outro Aston noviiiinho e com atenção para não dar fim desta vez, eu já estava a fazer planos de recuperação daquele que não morrera.


Desenhos..estudos...(vou fotografar alguns e postar por aqui)... e nesse meio tempo...um de meus ídolos do automobilismo, que acompanhei por minha infância... 'is dead'. Luis Pereira Bueno nos deixava nesse ano de 2011. Ele, que escolhera o numero 11 como seu numeral de corrida faleceria em 2011 (Luis chegou a utilizar o numero 47-uma história também- e o numero 1. Curiosamente, a soma dos algarismos 4 e 7 dá 11. Não, não sou numerologo).
Diante deste fato, decidi. Iria fazer uma pintura que reportasse a dois momentos marcantes da vida de Luis Pereira Bueno nas pistas.
Assim surgiu a pintura Hollywood descascando e reveleando por baixo uma pintura alusente a utilizada no Bino, carro que lhe possibilitou inúmeras vitórias...

Antes disso, um trabalho de construção em chapa de plastico estireno foi necessário.
As fotos ainda não apresentam o carro finalizado. Resta polimento, aplicação de acessórios e o piloto com o capacete personalizado do Luis.

Seguem as fotos:


O que sobrou da carroceria do Aston SCX


..de chorar...

Abaixo, fotos da carroceria reconstruída, em que a parte branca é a parte nova feita em chapas de plástico. Não buscou-se recompor o design original da Aston Martin, mas como uma releitura foi dado um novo desenho.



A traseira teve inspiração nos Corvetes.



Abaixo, perfil do lay-out escolhido para configurar o carro...


...o carro ainda não está com a asa traseira instalada, entre outros adereços...



...na entrada de ar frontal haveria um 'anel' em tom verde bandeira e os 'Gurney´s' seriam em azul marinho, mas abandonei a idéia.


Uma colocação devida:logo da alfa.



Os dois Aston descansando lado a lado.









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O QUE ESPERAR DA 'JULIO-Design/customizados'

em quinta-feira, 24 de março de 2011


NOVA PAIXÃO

Um pouco de informação sobre essa minha nova 'paixão' enquanto organizo uma postagem de como andam os desenvolvimentos, a produção das minis e tal.

JULIO - Design - Marca de miniaturas finalizadas produzidas pela alfa brazilian miniatures
Customizados - Série da marca JULIO de customização de minis HotWheels(*1)
*(1)HotWheels é marca registrada da Mattel.


Desde que ‘descobri’ os hotwheels*(1) essa nova dimensão, nos dois sentidos, tem tomado boa parte dos projetos de miniaturas. A versatilidade, o custo, acabam por tornar a razão ‘custo/benefício’atrativa. Não estou afirmando que não é dispendiosa a produção de uma nova miniatura. E seja ela a escala que for. Em verdade, o custo é quase sempre proporcional ao tamanho. E mais, o tempo ‘debruçado’ sobre um projeto acaba quase sendo frustrante, porque começa-se a racionalizar o numero de modelos que deseja-se desenvolver pelo tempo dispendido e aí a vida natural acaba por nos delimitar. Migramos invariavelmente pela vereda da seleção... e a injustiça parece nos acusar ao pensar ‘ok, esse modelo não vou fazer’. Um entusiasta do automobilismo e do automóvel abraça todo esse universo sem exceções. Não dá para imaginar uma coleção ‘mutilada’. Claro que ‘tudo’ beira o utópico... mas... dentro de cada tema há um conjunto de maravilhas. E basta um tema, em uma escala 1:20 por exemplo, que é a escala praticada pela ‘alfa-brazilian miniatures’, para ‘esgotar uma existência. Observa-se aqui o fato da política de produto da alfa quanto a buscar a fidelidade nas suas minúcias do modelo real representado em que nesse caso o limite é não onerar o produto final. O ‘universo menor’, dos 1:64 (HW) surgiu no horizonte como um plano dinâmico para a realização de tantos modelos que de outra forma ficariam em uma das pastas de projetos no arquivo (e o que não falta são desenhos confeccionados a ‘espera’de ‘tempo’ e ‘disponibilidade’ para executa-lo). Cheguei aos HW e em primeira instancia foi quase que um resgate da memória de minha infância em que findava os anos 60. Quando Emerson foi campeão mundial de Fomula 1 pela Lótus minha frota dos então ‘Matchbox’ (e suas fascinantes caixinhas) já era considerável. Os modelos não eram a esmo. Não... escolhidos sim...em geral pela marca e tipo (marca, cupê...conversível...esporte...e tal). Autorama era uma fascinação maior do que um videogame de ultima geração hoje (já estamos tão mal acostumados com novas tecnologias que surgem que quando surgem não nos espantam mais, mas com o autorama e os meninos de minha época, e os já ‘meninos maduros’, não era assim). Novembro de 2010... ‘o acaso’ me aproximou de um Falcon XB, o carro do madmax. Paralelamente ‘encontrei’ o filme documentário do Eric Bana, o ator, que narra a história do XB dele (fantástico). O ‘meu’ Falcon foi direto para a bancada depois de eu o admirar por vários dias e elaborar o ‘atentado’ que iria fazer. Abri o Falcon...estirpei a tampa da mala, e o remexi todo. Revi algumas vezes cenas dos filmes em VHS (não tinha eles em DVD ainda). Baixei fotos da internet e ‘vasculhei’ a vida dos clones do ‘Road Warrior’. Pronto o carro de Max, versão filme II, tomo conhecimento dos eventos mensais que acontecem em uma loja em São Paulo para os colecionadores e aficionados por HW, na Seamman. Foi o que faltava para de fato ingressar de vez por essa rota. Assim, os projetos dos 1:64 pegaram o vácuo de outros projetos que estavam (e ainda estão: Opala 1.25 e Dodge RT-1.43) em andamento e ‘antes do final da reta tiraram de lado e ultrapassaram’!rs... Creio que o grande ‘up’ de migrar (ou agregar) para os 1:64 é o fato de vir da ‘escola de plastimodelismo’. Acabo por querer conferir um detalhe mais elaborado as mini para alem de uma pintura especial, decais, adereços advindo de outras minis e substituição de rodas Com a experiência adquirida em anos de plastimodelismo primeiro como Hobby depois como empreendimento, que já se vão 10 anos, as possibilidades para execução de qualquer mini nessa escala é total. Acredito que a maior contribuição que a “Julio – Design” poderá dar aos 1:64 é reproduzir os ‘nossos carros’, de linha e esporte. Conto que não surjam montadoras e/ou ex-patrocinadores da época e pilotos dispostos a ‘abocanhar’ um irrisório percentual de um produto feito artesanalmente com o único intuito de contribuir de alguma forma com a história do nosso automobilismo. Para além do modelos que já encabeçam a lista de lançamentos, e que assim o são pelo simples fato de serem os mais solicitados, estão outros especialíssimos. Uma outra possibilidade que está sendo estudada é reproduzir uma série de minis de um modelo em uma gama de cores tal qual a oferecida pelos fabricantes reais. Nessa nova jornada conto com a companhia de cada um amante dos automóveis e de miniaturas. Julio
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Maveco de 'Boca Aberta'

em terça-feira, 15 de março de 2011


'Yes! WE HAVE ENGINE!


Como prometido no post anterior (viram as fotos da perua? as peças de produção ganharam, como era de fato necessário, em acabamento e essa é uma meta incessante) aqui estão as 2 primeiras fotos do maveco de uma serie especial que a "Julio - Design & Customizados" está preparando. São modelos que terão recortados o capô dando acesso ao compartimento do motor que foi construído (caixas de rodas, parede de fogo, suporte do motor e caixa dos amortecedores, 'anteparo' do radiador), em que esse aparecerá com pequenos detalhes como: carburador quadrijet, ventoinha, radiador com tampá, correias e escapes. Claro que pelo tamanho da escala são peças próximas do desenho original. Nâo há uso de fotoeched para não onerar o preço final já que trata-se de uma pequena edição.

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Maverick Perua

em sexta-feira, 4 de março de 2011

Mavecos...? Não, joinhas!

Uma embalagem especial para um cliente especial.

Fotos da Perua Maverick de produção.
A azul metálica aqui foi especialmente finalizada em alguns detalhes na parte inferior do chassi. A Perua prata recebeu antena e calotas da versão top luxo. Foi aplicado o emblema retangular na grade (o anterior era um circulo).


O modelo azul ao fundo é o protótipo que foi apresentado aqui no blog em post´s anteriores em que apresentava algumas imperfeições de acabamento (por tratar-se de uma peça de desenvolvimento).

Novamente as três peças: prata, azul (ambos de produção) e o protótipo ao fundo.



Um comparativo entre o protótipo e a peça de produção.
Além do acabamento as lanternas são diferentes. O modelo prata apresenta a configuração correta da posição das lanternas. O detalhe azul no vidro faz referencia ao emblema de uma concessionária que fazia a transformação do sedan em perua, na época, e que assim está nas mãos de seu atual proprietário.

No próximo post, o início de um maveco serie especial da 'Julio - customizados'.
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