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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Interceptor Road Warrior

MAD MAX agora também na versão COLLECTOR
O Interceptor do filme 2, então com o acabamento limpo (Show Car) foi o primeiro modelo que a JULIO lançou, tendo aparecido pela primeira vez em dezembro de 2010, em um laboratorio no evento mensal da lojas Semaan. De la pra cá, o Interceptor nunca saiu da lista dos mais encomendados na JULIO. Ganhou como parceiro a versão do filme 2 sujo e do filme 1.
O sucesso é absoluto e isso acaba por gerar uma grande lista de espera, ja que não há como ter a miniatura a pronta entrega, e somente vendida por encomenda, em que a JULIO não solicita nenhum valor de sinal para reserva (ou qualquer valor antecipado).
Transformar o Falcon XB em Interceptor não chega a ser novidade, mas o grande diferencial da JULIO foi tratar os acessorios e a propria miniatura em sí, com uma seriedade maior do que simplesmente trata-la como um 'modelinho' que sugere o carro do filme. Customizadores são verdadeiros artistas, e como tal, fazem sua leitura do carro do filme. 
A JULIO, porem, tem o enfoque de fazer a leitura 'replica' e como tal, busca sempre estar o mais proximo possivel do modelo real, buscando fidelidade em detalhes, ora pequeno, ora em destaque.

No interceptor, um exemplo diz respeito ao compressor e o scoop. Normalmente, os customizers fazem uso de peças oriundas de outros modelos de miniaturas produzidas em série. Ja a JULIO desenvolve suas peças para a transformação, baseando-se no modelo real. O resultado é uma peça mais harmoniosa e fiel.

A pintura, e cores, são outros pontos que são sempre observados com maior acuidade.

Assim, apos 4 anos em produção, a JULIO agora da mais um passo lançando agora a versão Collector do interceptor 1 (e que se estenderá para as outras variantes e tambem outros modelos em catalogo).


A versão Collector reune um novo pacote de detalhamento deixando em paralelo a versão mais basica, que agora será denominada Profile.
Dentre os incrementos, a fidelidade na linha da pintura, em que existem dois tons no carro. O brilhante e o fosco, que alem do recorte no capô, envolve o spoiller dianteiro seguindo marcando a linha inferior do carro, subindo pelo contorno da caixa de roda  traseira e circundando a parte traseira à altura do spoiller na tampa da mala.
Pintura da lanterna traseira em dois tons (vermelho e amarelo).
Luz auxiliar no spoiller dianteiro.
Novas rodas, decalcadas com a marca do pneu e ainda receberá o 'feiche de molas' no eixo traseiro (ficticio) e limpadores de parabrisa, e uma placa de identificação na traseira.
Ja a vesão Profile, permanecera como um acabamento mais simplificado do carro, sem no entanto perder suas caracteristicas.
O objetivo é poder atingir publicos distintos, seja por questão do valor disposto a dispender para a compra da miniatura seja pela questão do perfil do colecionador (um entusiasta mais criterioso ou apenas um colecionador sem grandes exigencias).

A JULIO espera que tais alterações possam agradar e satisfazer ainda mais a cada cliente e apreciadores de nosso trabalho.






















segunda-feira, 16 de junho de 2014

OPALA SS 80

ULTIMO ANO DO ESPORTIVO DA FAMILIA OPALA. 
Foto: Julio -mini: JULIO Design 1/64
detalhe do aplique Cooper Cobra feito pela JULIO

LANÇADO em 1971, o Opala SS teve sua primeira versão cupê em 1972. Inicialmente com o motor 6c, 4100. O motor 250-S viria em 1974, por um trabalho de bastidores do piloto Bob Sharp, então piloto que usava veículos GM, solicitou à marca que desenvolvesse um motor com mais potencia para ficar a altura dos V8 Ford e Chrysler da epoca. Era preciso que o motor se mantivesse dentro dos padrões de homologação para poderem continuar participando das provas enfrentando os mesmo adversários. Assim viria então o 250-s com uma dose a mais de potencia que acabou por pulverizar a concorrencia.
No entanto, em meados dos anos 70 a crise mundia de petroleo começava a se instalar e a GM correu atras e fez crescer a familia SS.
Com um motor, agora 4c, a GM ofereceu uma versão mais mansa do seu esportivo, e mais economica. O lançamento ocorreu em 1974, sem no entanto perder a esportividade, pois o motor trazia robustez mesmo com uma capacidade volumetrica menor.

A MINIATURA



Nesse album, apresento o modelo SS 80, na cor Amarelo Lotus, que no entanto, não é original desse ano (essa cor apareceu no catalogo 1977). 
As cores originais, conhecidas, desse ultimo ano do SS são: 
Vermelho Bonanza,
Verde Samambaia, 
Branco Everest, 
Prata Diamantina e Bege Saara



As rodas utilizadas nessa montagem são reproduções da HW-Dan Weldon, feitas em Resina pela JULIO. Como novidade, testada nesse modelo, as logomarca do pneu, aqui, o Cooper Cobra - Radial d/t. O maravilhoso desse positivo resultado será a mesma aplicação para os modelos do Interceptor. (Pretendo desenvolver alguns nomes para aplicação em rodinhas de perfil alto, a serem comercializadas).

O modelo recebeu ainda maçanetas aramadas e ponteira do escape, como itens suplementares da miniatura (ja que esses acessorios são inseridos a parte para que os valores basicos não sejam tão elevados e cada um possa ter acesso aos modelos GM. Entre outros opcionais estão também os limpadores de parabrisa, não presentes aqui).

O modelo possui bancos altos e painel de acordo com o modelo



Os vidros são colados um a um.

Painel montado artesanalmente a partir de chapas
de plástico estireno

Visão frontal do Painel que é construído conforme
a versão do ano do carro.

Detalhe da aplicação clear sobre os instrumentos

Os Farois, assim como as lanternas traseiras, são
em plastico clear, dando efeito real de profundidade.

Visão lateral em foto ao ar livre

Este modelo do SS foi montado com lanternas de pisca
em Clear (em lugar das amarelas).


Na foto acima e abaixo, o SS 80 
junto ao Opala de Luxo 1974



sexta-feira, 23 de maio de 2014

Opala de Luxo 1974 - JULIO Design 1:64

DOCE COM SABOR AMARGO

Apresentação de mais um modelo assinado pela marca JULIO Design, em que foi finalizado tendo como referencia o carro real do cliente, apresentado na proxima imagem. 
Esta é mais uma variação da longa vida da família Opala. O modelo Luxo de 1974.


O titulo dessa matéria deve-se ao fato de que o ano de 1974 foi um ano um tanto amargo para a industria automobilistica brasileira, que sentiu o reflexo da derrota de nossa seleção brasileira, composta de excelentes jogadores, sem duvida os melhores do mundo naquele quadrienio, mas que, porém, sucumbiu antes do final da competição. Vale lembrar que haviamos ganho o Tetra, e com ele a Jules Rimet, quatro anos antes, 1970, e por isso o espirito esperançoso, somado a alta qualidade tecnica do elenco, agariou uma grande descepção. Tal descepção acabou por se reverter na linha de montagem das montadoras brasileiras, gerando um razoavel lote de veículos 'problematicos', em que, perdurou por muito tempo um ano que quando observado no documento do veículo lhe conferia um percentual de desvalorização. Tal movimento era de ordem totalmente popular, causada pelo boca-a-boca que fermentava o meio.
De fato, o que apenas parecia ser um boato, foi se constatando com o passar do tempo. Inclusive na questão de banho de chapa, em que, os 74' pareciam ser mais sujeitos a corrosão do que a outros anos de fabricação. Os anos passaram, e o tempo acabou por dispersar isso que era muito mais do que uma superstição.
Outro ingrediente que culminou nesse ano foi a questão da crise mundial de petroleo. No ano seguinte viriamos a sofrer inclusive uma especie de racionamento de combustivel destinado à competições e seguiu-se assim por um período. Os postos de gasolina, em um grande raio a partir das cidades, deveriam permanecer fechado por todo o final de semana, numa lei nacional. Essa questão levou a medidas de elaboração de novas concepções de motor, potencia, economia...e a GM por exemplo, ampliou sua opção esportiva do opala para uma mais mansa e com menor consumo, oferecendo assim, alem do motor de 6 cilindros, agora um motor de 4 cilindros para o opala SS.
A Doçura fica por conta da produção criativa. A ford estava forte com maverick e corcel, a Chrysler ficava na alça de mira por seu modelo top ser um V8 potente...e que então sugeria consumo alto...o que a levou a produzir um modelo menor, o Dodginho 1800. Os modelos em geral, de todas montadoras, ampliaram sua gama de versões, medidas entre outras, para driblar o fantasma da falta de petroleo e ao mesmo tempo explorar as marcas que agora ja estavam se solidificando e então podendo serem exploradas sem medo de inferir no gosto do consumidor e queimar o produto. A GM que começara a familia opala apenas com a versão sedan, com duas variações basicas, a comum e a 'de luxo' sendo, 2 motores disponiveis: 2500 e 3800 (4 e 6 cilindros respectivamente), agora ja estava com sedan e cupe, disponibilizando os acabamentos: Especial (standart), Luxo (intermediario da linha) e Gran-luxo (top de linha), SS 6 e SS4 (esportivos, assim determinados conforme sua motorização).
A gama de cores era atraente assim como a padronagem de tapeçaria. A Ford não agia diferente, assim como a Chrysler com o Dart, SE, Charger, Charger RT...

Este Opala é um lindo modelo dessa geração descrita, em tom metálico, uma novidade muito explorada pela GM, que teve durante toda a vida do opala, um total de 115 cores.

A miniatura desenvolvida totalmente pela JULIO, e ao contrario do que se pensa inicialmente, não se trata de uma Custom sobre uma base Hot Wheels. A matriz é de desenho proprio da JULIO, buscando fidelidade nas linhas de paineis e secção do opala.

Fixação das molduras dos farois.
...e grade.

Comparativo dos bancos: altos e encosto baixo, caracteristico
dos anos 70.

Visão do painel, ainda sem o volante. A medida
total interna é algo como 24mm.

Vista do interior montado.

Fixação dos vidros. Esta é uma das etapas
que confere certa 'lentidão' na linha de montagem.
Os vidros das miniaturas JULIO são montados
um a um e não são em vacuum forming
para que não percam a transparencia e/ou 
tenham deformidades que conferem um aspecto grosseiro
a uma miniatura de tamanho tão reduzido, em que decimos de milimetros
acabam por desfigurar totalmente o modelo.
O dificil trabalho artesanal ja exige tamanha atenção
para que o conjunto final mantenha-se harmonioso.

visão traseira. O painel traseiro do Opala
ganhara em 1973 as lanternas de Ré
alinhadas às luzes de freio/seta.

A grade do modelo de luxo possuia um desenho caracteristico.
Neste miniatura, seguiu-se a grade apresentada pelas fotos
do modelo real, em que esta com uma grade de desenho
similar ao modelo Especial e também SS4.

Os frisos bordeando a caixa de rodas, linha inferior,
e calhas laterais, foram pintados.



Irmãos decanos. Modelo 80 ao lado de um 74.
Na proxima materia, o SS 80.

Visão frontal evidenciando a gravatinha.
simbolo da chevrolet.


Especialmente, conforme solicitado, a miniatura foi
montada sobre um Case composto por display
fotografico com fotos do carro real
e o seu proprietário.




Ao verso do Case, mais uma foto do carro real.









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