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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

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foto do primeiro kit da alfa. Imagem:alfa
Lay-out do carro pilotado por Jose Carlos Pace (Môco)

abaixo, o companheiro de equipe: o campeão mundial de motociclismo Mike Hailwood

Imagem/fonte: forix

Modelistas e apreciadores do pequeno mundo dos grandes carros, a alfa mudou novamente de endreço virtual mas não o seu conceito de modelismo. A mudança de endereço é justamente causa do conceito da alfa – brazilian miniatures. Aos novos, o conceito da alfa foi, é e sempre será buscar aprimorar e oferecer conteúdo digerível e diferenciado. Desde seu início, a proposta da alfa foi libertar os modelistas da mesmice e do descaso.

“Nós” modelisas, sermpre estivemos refens dos fabricantes, sejam eles grandes ou pequenos. Nunca coube um espaço para articular, propor, sugerir e inferir. Tratados como seres abastados e ‘viciados’ o bastante para comprar qualquer ‘droga’ a altos preços. A preocupação capitalista dos fabricantes visionarios pelos sifrões não é a mesma aplicada para com a satisfação de seus consumidores. A alfa desde seu ínicio estabeleceu paradigmas como por exemplo a preocupação com a embalagens das peças, enquanto os ‘outros’ apenas acondicionavam tudo em um único involucro, cabendo ao modelista, antes de mais nada, executar um trabalho quase arqueológico para encontrar e separar peças. Outro ponto que a alfa esteve sempre a frente diz respeito a algo muito mais importante. Desenvolver e produzir um modelo em escala não é uma tarefa tão simples quando se pensa no compromisso da escala. Diante dos obstáculos que são enfrentados, é mais fácil optar pelo visual apresentável daquilo que de fato não trará diferença substancial no produto finalizado (apenas onerando no custo para quem compra). Em outras palavras, para mascarar um trabalho deficiente no desenvolvimento do kit, é mais fácil buscar apresentar alguns ‘atrativos’ (como um ‘bonito fotoeched’. O que ocorre, é que, similar áqueles que compram um livro pela capa, ao buscar de fato a montagem de kits dessa concepção, o modelista terá então o seu grande desgosto.

Um modelo de resina, mais do que viria a ser um modelo em plástico injetado, necessáriamente terá que ser preparado, pintado e finalizado. Como é sabido, há todo um ciclo, um protocolo de montagem. Um colecionador, ao adquirir um kit, está buscando uma réplica o mais fiel possível do objeto real representado. É isso que é comprado de forma subjetiva. O kit, é apenas o objeto concreto dessa idéia.

É essa ideia que a alfa tem o compromisso de suprir. Um produto que atenda as reais exigencias que seriam praticamente impossíveis de serem corrigidas no protocolo de montagem. Como corrigir um problema de escala? Pergunte a quem outrora comprou um kit com largura de um 1:20 e comprimento de 1:18. Pneus? A coleções pelo mundo afora (e praticamente todas no Brasil) em que, todos os modelos da prateleira ignoram a diversidade de pneus que houve ao longo da história da F1.

A alfa desenvolve seus modelos de forma artesanal, isto é, no autentico scratch. Nada de CAD, tornos, fresas… e nada contra ao uso destes, é uma questão de custo/benefício/produto fiel (é paradoxo desenvolver em CAD e ter o produto final fora de escala).

Assim, a alfa mais uma vez vai procurar estreitar o contato com seus consumidores ou não, mas aqueles que apreciam o automobilismo em miniatura e deseja contribuir por ele, seja montando, fabricando ou opnando através de críticas que possam construir.

As portas estão abertas. Sejam bem vindos! Aguardem galeria de fotos (aqueles que desejarem, postem as suas)

Em próximo post, falarei um pouco mais sobre a relação escala com a diferença entre miniatura e modelo.

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