F5A - 4.parte e F6 - South Africa

em sexta-feira, 30 de abril de 2010

Hoje trago as fotos finais do monocoque do F5A, nas três versões e inicio com fotos do F6, que correu na Africa do Sul em 79, já que no Brasil, uma versão modificada do F5A foi usada.

O F6 aqui representado difere em algusn detalhes do carro do lançamento, mas a mais significativa é o desenho garrafa de coca-cola (que seria popularizado por Barnard) e já estava presente no bordline do F6. Aliás, (aqui uma leiga opnião de um miniaturista, fá de SportMotor) eu acredito que se o F6 houvesse sido construído em Fibra de Carbono reforçada com Kevlar (se houvesse a tecnologia disponível, o que se daria em 80 com a McLaren) talvez a história fosse outra (e também não houvesse o embargo velado de potencia para os cosworth destinados a Fittipaldi).

Isso porque, o calcanhar de aquiles do F6, que arrancou um "estamos ferrados"(para não dizer m...) de Emerson confidenciando a Wilsinho após o primeiro teste, era a torção excessiva do monocoque, que não dispunha de rigidez o bastante.

Com isso(e talvez um desenquilibrado DowForce), o carro, tinha sobesterço, desintegrava os pneus dianteiros, que desprendia pedaços de borracha que alojar-se-iam no frontal dos radiadores laterais, pelo seu posicionamento. Não, os radiadores não estavam em posição incorreta.

O desenho foi para além da época. Em outro post, tentarei buscar fotos em que essas caracteristicas de desing e conceito se apresentam.
Muitas das caracteristicas do F6 são vistas nos Mp4 (de Barnard) e nos carros que se seguiram a esse pelos outros Team. O fluxo aerodinamico do F6 era bem limpo, quanto a arrasto e Cfx.
O formato de garrafa de coca-cola como ja dito acima.
O conceito dos aerofólios dianteiros (veja que esses lembram até a F189 de mansel, inclusive no desenho do bico.
O posicionamento dos radiadores laterais.
A saida dos gases de escape.
A seção do monocoque.
(...)


F6 - Constução do Master



O master a ser usado para moldagem foi totalmente construído em chapa de estireno, sem adptações ou correções de outro kit, tampouco usou-se alguma peça canibalizada de outro modelo.

abaixo, a miniatura montada. produzida em resina e peças de metal branco.


Modelo montado por Alessandro Ribeiro
Modelo pertencente a Michel T.R.




F5A - 4.parte

Abaixo, mais algumas fotos do F5A em processo de finalização e finalizado.
Na peça abaixo, Monaco ´79, repare que a lateral difere do 78. Entre outras, agora não há a adaptação da 'chapa', mas um painel de acesso por toda a extensão.


Observe-se as três versões do F5A escolhidas para reprodução.
Ao fundo o Brasil´78, ao centro Monaco ´79, e a frente Alemanha ´79.





O master Br´78 finalizado, aguardando o primer.

Acima, o modelo 'errado', abaixo a copia da miniatura com desenho correto.

Copia do Br´78.



Modelo montado por Alessandro Ribeiro.

Modelos pertencentes a Michel T.R.


GP Brasil ´78



GP Brasil ´79



GP Monaco ´79
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march 711

em quinta-feira, 29 de abril de 2010


Seguem abaixo fotos da miniatura do march 711 pilotado por José Carlos Pace, Môco, no GP Brasil de 1972 em corrida extra campeonato para homologação do GP.
escala:1:20
resina e metal.
Nas primeiras edições dos modelos a alfa disponibilizava pneus em borracha e rodas em aluminio torneados. Atualmente a alfa utiliza pneus e aros incorporados injetados em resina com rodas em metal (alguns modelos). A substituição da borracha por resina (a miniatura do Tyrrell visto neste blog possui pneus e rodas em resina) deve-se a uma condição técnica. A borracha utilizada na fabricação dos pneus aqui no Brasil são de origem para produtos de outro fim, como coxins, suportes, mangueiras etc...e não especificamente destinado ao modelismo estático. Assim, essa matéria prima é desenvolvida para funções dinâmicas e de vida estipulada. A borracha é uma matéria prima que decompôem-se com o tempo. Os pneus reais possuem uma vida util de 5 anos para armazenamento/uso os quais após esse periódo nã mais possuem utillidade. O latex, em contato com a luz solar e o ar, perde suas propriedades elásticas. Não raro, modelos de metal desses vendidos em tabacarias, bazares, padarias já foram vítimas de decomposição de pneu. Kit´s de plástico (até mesmo os de escala 1:12) também já sofreram desse infortúneo. Acredito que ao menos uma vez tenham vivenciado a experiencia da decomposição da borracha nos 'famosos e comuns' elásticos de escritórios (as borrachinhas), que engavetados ou armazenados em longo período, ou preso a outros materiais como um Lápis, dissolvem-se simplesmente.
Ademais os aspectos da propriedade tecnico mecânica da borracha, as dimensões também ganham atenção. No caso dos modelos de 1971, por exemplo, como os Tyrrell 001/002/003, utilizavam pneus GoogYear de dimensões menores, quanto aos traseiros. Assim, procedeu-se a uma alteração do mesmo para a miniatura. Os march da temporada de 1971 foram fabricados para uso de pneus de borracha, assim, com a dimensão do mesmo errada, visto que na ocasião não havia outra opção. Um estudo para a conversão para os pneus de resina com a medida correta está sendo feito.
Pneus traseiros de 1971 em resina. Confira: click aqui.




















foto: josé luiz

A estrutura do bico, sem o mesmo, que pode ser retirado. O carro real, abaixo, possui um suporte em triangulo, pois utilizava o bico redondo, em formato de ponta de projétil.
Posicionamento de agregados, como bateria, reservatório de fluído de freios e tal, eram dispostos conforme a preparação de cada equipe.

Abaixo, Ronnie Peterson em seu 711 com o qual disputou a temporada de 1971 e foi vice-campeão.

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711 in GP Brazil from ´72 season




fotos:suplemento autoesporte.1972




fotos:revista quatro rodas 1972 (Abril)
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F5A - 3.parte

Segue mais algumas fotos que ilustram a transformação.

Abaixo, um comparativo. Antes e depois.



Note as bordas das laterais que tiveram sua espessura reduzida, para o modelo de ´78.






Foto: autosport.aeiou

O F5A não era um carro-asa puro. Tinha a 'alma' do então F5, de Bellamy. Sobre o monocoque foram então trabalhado outros conceitos, como a tendencia aerodinamica dos carros-asa e mini-saia para canalisar o fluxo de ar por sob o carro.
Nas fotos abaixo mostra-se o detalhe incerido na lateral. O modelo F5A, originalmente, quando de sua remodelação pelo estudio Italiano. Tinha uma entrada de ar exatamente nesse ponto da carenagem, uma abertura. A Fittipaldi fechou essa abertura. Como? Rebitando uma chapa! Sim...uma chapa..então, a mesma deformou-se e assim ficou. Ficou mesmo...e não me pergunte porque, com certeza não foi por falta de chapa. Veja na foto acima.(vou localizar imagem em meu arquivo dessa deformação que buscou-se reproduzir na miniatura)





A saia (não a mini saia) em toda a borda da lateral da carroceria tinha um perfil voltado para fora. Sobre esse, parafusos afixavam provavelmente os mecanismos da minisaia. Também pode ser visto como pequenos pontinhos pretos na imagem do carro real.
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F5A - 2.parte

em quarta-feira, 28 de abril de 2010


Agora já podem ser vistas, na diferença de tonalidade, onde foram efetuadas as modificações no modelo anterior. Ainda resta muito por fazer, no entanto, o real perfil do modelo agora já está se firmando.

Compare este imagem com a imagem do modelo antes da modificação e perceba, entre outras características a saída de ar quente dos radiadores laterais.
Acima, modelo alterado, abaixo, a peça antes de todas as correções, originalmente como vem na caixa do fabricante nacional.
Outras fotos da peça trabalhada:








Na imagem abaixo, é possível perceber que o angulo da 'parede' que segue do bico para trás possui uma curvatura (que ainda será mais acentuada, posteriormente). Os buracos onde é visível os balancíns dos amortecedores são vasados, para de fato ali haver o balancin e não um rebaixo a ser pintado de preto.








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F5A

As imagens que vou publicar hoje são do copersucar F5A de 1979 comercializada por um fabricante nacional. No entanto, o referido modelo do F5A apresenta uma série de falhas em seu 'body'. A fim de facilitar toda a correção necessãria, que faria então surgir um outro F5A, marquei a lápis os pontos crusciais na peça. Há que se destacar que as falhas estenderam-se para as peças que compõem a mecânica do carro. Outro detalhe importante, é que o projeto do F5A incluia o F5A de 1978 (2.Lugar no Rio), o F5A de 1979 (GP Alemanha) e o F5A de 1979 GP de Monaco. Os tres carros apresentam diferenças significativas e que não passam desapercebidas. Um falha que talvez não seja possível notar pela anotação nas fotos, diz respeito a seção onde fixa-se a suspensão dianteira. Nos dois modelos nacionais até então no mercado, essa seção possui as laterais retas. No entanto, essa seção é em angulo, formando um V em visão frontal. O assoalho dos 3 modelos também possuem diferenças.



Na parte posterior do carro, o bordo de fuga da 'asa' o painel que recobre os escapes tem uma inclinação para cima das tampas de válvulas e já no modelo de 79, ele possui uma vurva para baixo.
A saida de ar quente dos radiadores laterais estão em um angulo fixo, na verdade essa saída segue em curva.



Medidas do bico, no defletor da saída de ar quente do radiador frontal, as aletas defletoras dos braços superiores, a abertura do cockpit, o angulo de cone e curva do 'castelo'.





Aqui onde recobre o suporte do motor cosworth no tanque central de combustível. Na verdade quase não há angulo, o que é visto na foto é a marcação a lápis em um formato de triangulo retângulo.
Os defletores do pneu traseiro, tanto o formato quanto a espessura da borda, que segue ao longo da lateral, estão em padrões errados.





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M19A e BRM - mais algumas fotos.

em segunda-feira, 26 de abril de 2010

Trouxe aqui, mais algumas fotos do M19 que está em curso e também o BRM
É importante salientar, que todos os projetos da alfa visam reproduzir até onde é possível a reprodução na escala e também acesso a informação de referencia, visto que passados 40 anos, nem sempre tem-se a disposição material de referencia substancial. Muitas vezes é preciso recriar o projeto de fora para dentro para chegar-se ao desenho interno do modelo. As peças que compõem a carroceria, ou seja, bico, 'castelo do cockpit', tomada de ar e outros, são desmontaveis, se assim desejarem. Porém esse 'corte' segue exatamente o modelo original, ou seja, ou não há acesso ou se há, é exatamente como no carro real.



Utilizei uma técnica no interior para parecer duro alumínio polido. Não é alclad.



Preciso providenciar logo imagens da suspensão dianteira montada. É interessantíssima a geometria utilizada.



BRM que correu o GP Brasil de 1972 extra-campeonato.







O motor foi desenvolvido a partir de fotos do motor da BRM, que irei publicar aqui no blog na aba PROJETOS.


Esse interior está sofrido em acabamento devido a repinturas que teve.



Ainda é preciso colar a mesa dos injetores e as cornetas, que por ter uma cilindrada menor em cada cilindro, requer cornetas menores das usualmente usada nos Cosworth.




Note: Essa é a bomba central de agua. O BRM posterior ao P153 passou a ter os dutos de agua passando por dentro do monocoque, ao contrário do comumente usado pelos outros construtores, que possuiam dutos externos de saida para o radiador (frontal) e retorno ao motor.
Nesse motor, a configuração da central injetora de combustível (Nos Cosworth DFV fica abaixo da bobina e entre os dutos de admissão, também entre as cornetas)e distribuidor possuem um posicionamento e fixação igualmente incomum (ficam na vertical próximo ao santo antónio), como muita coisa no BRM (o motor era preso ao monocoque por montantes inferiores, assim, em fotos, não é visível o motor preso ao monocoque, salvo o suporte do santo antonio, que apoiava-se sobre esse. A vibração do motor por várias vezes provocou a ruptura do santo antónio.
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